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	<title>Bem-estar, Motivação e Desenvolvimento pessoal &#187; disturbios alimentares</title>
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		<title>Distúrbios alimentares em adolescentes</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 09:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sucesso, Motivação e Desenvolvimento Pessoal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[As refeições familiares podem ser uma das formas mais fáceis para evitar que adolescentes desenvolvam distúrbios alimentares e recorram a medidas extremas para controlar o próprio peso, segundo uma pesquisa da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, publicada na revista especializada Archives of Pediatrics &#38; Adolescent Medicine. Segundo o estudo, os distúrbios alimentares – que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As refeições familiares podem ser uma das formas mais fáceis para evitar que adolescentes desenvolvam <strong>distúrbios alimentares</strong> e recorram a medidas extremas para controlar o próprio peso, segundo uma pesquisa da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, publicada na revista especializada Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine.</p>
<p>Segundo o estudo, os <strong>distúrbios alimentares</strong> – que incluem comer desordenadamente e provocar o vómito para perder peso – tornam-se mais comuns na passagem da adolescência para a vida adulta, e as refeições familiares podem ajudar a evitá-los.</p>
<p>“Distúrbios alimentares estão associados a uma série de consequências comportamentais, físicas e psicológicas danosas, que incluem uma dieta de qualidade inferior, ganho de peso, obesidade, <a title="Depressão sintomas, causas e cura da doença" href="http://www.erhnam.com/artigos/depressao-tempo-crise-supere-doenca.html">sintomas de depressão</a> e os próprios distúrbios”, dizem os autores do artigo.</p>
<p>“Por isso, é importante identificar estratégias para evitar esses distúrbios alimentares.”</p>
<h3>Refeições frequentes</h3>
<p>A médica e nutricionista Dianne Neumark-Sztainer e sua equipe estudaram 2.516 adolescentes em 31 escolas do Estado de Minnesota.</p>
<p>As participantes completaram dois questionários &#8211; um na escola, em 1999, e outro pelo correio, em 2004 – respondendo perguntas sobre com que frequência tinham refeições familiares<strong>,</strong> o seu índice de massa corporal, relação com a família e distúrbios alimentares.</p>
<p>Entre as adolescentes, aquelas que compartilhavam pelo menos cinco refeições por semana com o resto da família em 1999 tinham tendência significativamente menor a reportar o uso de medidas extremas para controlar seu peso em 2004, independentemente de suas características sócio-demográficas, índice de massa corporal ou relação com a família.</p>
<p>Entre os meninos, no entanto, as refeições familiares não tinham influência sobre os distúrbios alimentares cinco anos depois. Os autores do estudo, no entanto, não conseguiram identificar o porquê da diferença.</p>
<p>“As refeições familiares podem oferecer mais benefícios às meninas porque elas podem ser mais sensíveis, e provavelmente mais influenciáveis, pelos relacionamentos familiares e inter-pessoais do que os adolescentes do sexo masculino”, dizem os autores.</p>
<p>Eles também acreditam que elas, provavelmente, estariam mais envolvidas na preparação dos alimentos, aprendendo a preparar uma refeição balanceada.</p>
<p>Os distúrbios alimentares, no entanto, são muito mais comuns entre mulheres do que homens, e com as conclusões deste e de outros estudos, os autores recomendam que as autoridades encontrem meios de promover as refeições familiares como forma de reduzir o impacto dos <strong>distúrbios alimentares</strong>.</p>
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