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	<title>Bem-estar, Motivação e Desenvolvimento pessoal &#187; Noticias</title>
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	<description>Recrie a sua motivação e bem-estar através do pensamento positivo e criativo aumentando o seu desenvolvimento pessoal</description>
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		<title>Azeite ajuda a reduzir a gordura da barriga</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 14:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sucesso, Motivação e Desenvolvimento Pessoal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é milagre. É ciência! Uma nova pesquisa comprova que duas colheres diárias de azeite ajudam a eliminar a gordura abdominal, ou seja a gordura que está alojada na sua barriga, sim, finalmente foi descoberto que o azeite reduz a barriga, podendo ajudar quem está a precisar de perder peso. Depois de apelidado de “ouro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é milagre. É ciência! Uma nova pesquisa comprova que duas colheres diárias de azeite ajudam a eliminar a gordura abdominal, ou seja a gordura que está alojada na sua barriga, sim, finalmente foi descoberto que o <strong>azeite reduz a barriga</strong>, podendo ajudar quem está a precisar de <a title="Emagrecer e perder peso rápido sem sacrifícios" href="http://www.erhnam.com/artigos/emagrecer-sem-sacrificio.html">perder peso</a>.</p>
<p>Depois de apelidado de “ouro líquido” por seus benefícios à saúde, foi descoberta mais uma vantagem sobre o consumo de azeite: ele impede o acumular de gordura na barriga. Incluir azeite extra virgem no dia-a-dia diminui os maiores fatores de risco para doenças cardiovasculares, diabetes, gastrites, hipertensão, dores, <a title="Tratar doenças comuns sem medicamentos" href="http://www.erhnam.com/artigos/doencas-medicamentos-solucoes-caseiras.html">osteoporose</a> e até mesmo câncer.</p>
<p>Mas a novidade é que um estudo coordenado por cientistas europeus acaba de apontar esse novo benefício que fascina principalmente as mulheres, inimigas número um da gordura abdominal. Portanto, é hora de se habituar a temperar a comida com ele todos os dias.</p>
<h3>Estudo publicado na revista Diabetes Care</h3>
<p>A pesquisa foi publicada na revista Diabetes Care, da Associação Americana de Diabetes, e comprovou que a ingestão diária de duas colheres das de sopa de azeite evita a formação de gorduras na região visceral, que resulta na indesejável barriguinha. “Ao consumir o azeite extra virgem, estamos ingerindo 77% de gordura monoinsaturada, 14% de saturadas e 9% de polinsaturadas, o que torna o óleo mais saudável em relação aos outros”, disse o cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração, Dr. Daniel Magnoni.</p>
<h3>Um estudo conjunto com resultados surpreendentes</h3>
<p>O estudo foi realizado por especialistas do Hospital-Universidade Reina Sofia e Instituto Salud Carlos III, da Espanha, e Universidade de Cambridge, da Inglaterra acompanhou pacientes com gordura abdominal acumulada que receberam, por um período de 28 dias cada, três tipos de dietas: uma baseada em gordura saturada, a segunda com monoinsaturada e a última com carboidratos. A conclusão da pesquisa foi que uma dieta rica em gorduras monoinsaturadas retrai a distribuição da gordura na região da barriga.<br />
<img class="erhnam" title="Azeite ajuda a reduzir a barriga da gordura." src="http://www.erhnam.com/uploads/2008/06/azeite-reduz-barriga-300x263.jpg" alt="Azeite ajuda a reduzir a barriga da gordura." width="300" height="263" /></p>
<h3>Os benefícios do azeite</h3>
<p>O azeite extra-virgem é reconhecido pelo FDA &#8211; Food and Drug Administration -, como um alimento com características funcionais que, pela presença de antioxidantes, fortalece o sistema imunológico. Enquanto os outros óleos são produzidos a partir das sementes, o azeite é o único óleo extraído da fruta (azeitona), que possui gordura monoinsaturada, vitaminas, antioxidantes e minerais, além de ser fonte de vitamina E. O azeite de oliva é rico em gorduras monoinsaturadas, que ajudam a elevar o HDL (colesterol “bom”) e a reduzir o LDL (colesterol “ruim”).</p>
<p>Cerca de 20% das calorias diárias consumidas por uma pessoa devem vir da gordura monoinsaturada, 10%, da poliinsaturada e até 7%, da saturada. No caso de diabetes, a substituição de gordura saturada e do carboidrato pelo azeite (gordura monoinsaturada) melhora a resistência à insulina e conseqüentemente diminui a glicemia do diabético. “Há muito tempo as dietas recomendadas pelo cardiologistas, endocrinologistas e nutrólogos utilizam o aumento de gordura monoinsaturada em substituição ao carboidrato”, conclui Dr. Magnoni.</p>
<p>Vamos utilizar a gordura do azeite para reduzir a barriga, parecia até à bem pouco tempo um contra-senso, mas que segundo os estudos mais recentes pode muito bem passar a ser uma prática comum, para reduzir a gordura da barriga com a ingestão diária de 3 a 4 colheres de azeite virgem.</p>
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		<title>Adolescentes com televisão no quarto, estudo assustador.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sucesso, Motivação e Desenvolvimento Pessoal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saude]]></category>
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		<description><![CDATA[Na Universidade de Saúde Publica do Minnesota nos Estados Unidos foi levado a cabo um estudo onde os investigadores constataram que os adolescentes mais velhos que têm uma televisão no quarto são menos susceptíveis de se dedicarem a actividades saudáveis, como exercício físico, comer frutas ou vegetais e a desfrutar as refeições familiares. Ficou também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Universidade de Saúde Publica do Minnesota nos Estados Unidos foi levado a cabo um estudo onde os investigadores constataram que os <strong>adolescentes</strong> mais velhos que têm uma <strong>televisão no quarto</strong> são menos susceptíveis de se dedicarem a actividades saudáveis, como exercício físico, comer frutas ou vegetais e a desfrutar as refeições familiares. Ficou também provado que esses mesmos jovens consomem grandes quantidades de bebidas doces e fast-food, foram também classificados como grandes consumidores de conteúdos televisivos e lêem e estudam menos do que <strong>adolescentes</strong> sem <strong>televisão no quarto</strong>.</p>
<p>“A academia de Pediatria recomendou os pais a removerem os aparelhos de <strong>televisão no quarto</strong>. Apesar desta recomendação, quase dois terços da nossa amostra tinha <strong>televisão no quarto</strong>, o que parece ser um factor que afecta o comportamento. “ disse Daheia-Barr Anderson, Ph.D.,MSPH, primeiro autor do estudo.</p>
<p>Um grupo de estudo de 781 <strong>adolescentes</strong> com variadas etnias e de vários extractos socioeconómicos participaram na “Escola de Saúde Pública – Projecto Comer Entre <strong>Adolescentes</strong>”(EAT) o estudo relata os hábitos alimentares, exercício, as notas, quantidade de horas em frente à televisão e a relação familiar. Quase dois terços dos participantes tinha uma <strong>televisão no quarto</strong> ou no sitio onde dormiam, e aqueles que tinham viam em média cinco horas de televisão por semana.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-20" href="http://www.erhnam.com/uploads/2008/06/televisao-jovens.jpg"><img class="erhnam" title="Segundo um estudo, jovens que tenham televisão no seu quarto tem menores probabilidades de optarem por hábitos saudáveis." src="http://www.erhnam.com/uploads/2008/06/televisao-jovens-300x212.jpg" alt="Segundo um estudo, jovens que tenham televisão no seu quarto tem menores probabilidades de optarem por hábitos saudáveis." width="300" height="212" /></a>As raparigas <strong>adolescentes </strong>que tinham <strong>televisão no quarto</strong> gastou menos tempo por semana em actividades mais vigorosas do que raparigas sem <strong>televisão no quarto</strong> (1,8h contra 2,5h). Elas também comeram menos produtos horticulas (1,7 contra 2 porções por dia), e tiveram menos refeições em família (2,9 contra 3,7 refeições por semana). Os rapazes <strong>adolescentes</strong> com<strong> televisão no quarto</strong>, não só apresentaram menor ingestão de frutas (1,7 contra 2,2 porções por dia) e menos refeições em família (2,9 contra 3,6), eles também tiveram uma menor prductividade escolar (2,6 contra 2,9 pontos).</p>
<p>Barr-Anderson sugere que o primeiro passo dos pais para ajudar os filhos a melhorarem o seu comportamento é retirar a <strong>televisão no quarto</strong>. Dianne Neumark-Sztainer, Ph.D., principal investigador do projecto, revela “Os nossos resultados sugerem a importância de não ter uma <strong>televisão no quarto</strong> dos miúdos. Quando as famílias actualizam a televisão da sala tem de resistir à tentação de colocar a antiga <strong>televisão no quarto</strong> dos <strong>adolescentes</strong>“.</p>
<p>O estudo, “Características associadas a <strong>adolescentes</strong> que tinham <strong>televisão no quarto</strong>”, será publicado na edição de Maio da “Pediatrics”, a revista oficial da American Academy of Pediatrics.</p>
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		<title>Segundo um estudo o consumo de álcool aumenta o risco do cancro da mama</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sucesso, Motivação e Desenvolvimento Pessoal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cancro da mama]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de álcool]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo de álcool, mesmo que em doses moderadas, pode aumentar os riscos das mulheres desenvolverem o tipo mais comum de cancro da mama, sugere um estudo conduzido na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>consumo de álcool</strong>, mesmo que em doses moderadas, pode aumentar os riscos das mulheres desenvolverem o tipo mais comum de <strong>cancro da mama</strong>, sugere um estudo conduzido na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.</p>
<p>Apresentada no Encontro Anual da Associação Americana para Pesquisa do cancro, a pesquisa indica que o álcool contribui para o desenvolvimento de tumores positivos do tipo receptor de estrogénio e progesterona (ER+/PR+) – responsável por 70% dos casos de <strong>cancro da mama</strong>.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o álcool pode aumentar os níveis de estrogénio, que estimulam o cancro sensível aos hormônios.</p>
<p>O estudo sugere que os riscos de desenvolver a doença aumentam conforme a quantidade de álcool consumida. De acordo com os resultados, mulheres que bebem de forma moderada, ou seja, aquelas que bebem uma ou duas doses diárias de álcool, aumentam em 32% as chances de desenvolver os tumores, enquanto aquelas que bebem menos de uma dose diária aumentam os riscos em 7%.</p>
<p>Já as mulheres que consomem três ou mais doses diárias podem aumentar em até 51% os riscos de desenvolver a doença.</p>
<p>“Os resultados sugerem que a mulher deve avaliar o <strong>consumo de álcool</strong> juntamente com outros factores de <strong>risco </strong>já conhecidos, como a terapia de reposição hormonal”, disse Jasmine Lew, que liderou a pesquisa.</p>
<p>Incidência</p>
<p>Para chegar aos resultados, os investigadores fizeram uma revisão de dados recolhidos por um estudo realizado entre 1995 e 2002. A pesquisa analisou informações sobre o <strong>consumo de álcool</strong> de cerca de 185 mil mulheres na fase pós-menopausa durante um período de sete anos.</p>
<p>Os investigadores identificaram a incidência do <strong>cancro da mama</strong> entre as mulheres que participaram da pesquisa e observaram 5,4 mil casos, dos quais 2,4 mil seriam do cancro sensível aos hormônios (ER+/PR+). Finalmente, os cientistas compararam o padrão de <strong>consumo de álcool</strong> com os casos da doença para chegar aos resultados da pesquisa.</p>
<p>Segundo Lew, apesar da ampla análise sobre os tumores ER+/PR+, ainda não é possível afirmar se o <strong>consumo de álcool</strong> influencia também o desenvolvimento de outros tipos de <strong>cancro da mama</strong>.</p>
<p>Dados da ONG Cancer Research UK, entidade beneficente britânica de fomento a pesquisas sobre cancro, mais de 44 mil mulheres são diagnosticadas com <strong>cancro da mama</strong> na Grã-Bretanha todos os anos, mais de 100 por dia.</p>
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		<title>Excesso de peso na adolescência aumenta taxa de mortalidade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sucesso, Motivação e Desenvolvimento Pessoal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo um estudo os adolescentes (14-19 anos) com excesso de peso têm uma maior taxa de mortalidade em adulto, consequência de um conjunto de doenças crónicas; endócrino, doenças nutricionais e metabólicas, doenças cardiovasculares, cancro do cólon e doenças respiratórias. Registaram-se também muitos casos de morte repentina neste grupo (excesso de peso). Os dados são de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo um estudo os adolescentes (14-19 anos) com <strong>excesso de peso</strong> têm uma maior <strong>taxa de mortalidade</strong> em adulto, consequência de um conjunto de doenças crónicas; endócrino, doenças nutricionais e metabólicas, doenças cardiovasculares, cancro do cólon e doenças respiratórias. Registaram-se também muitos casos de morte repentina neste grupo (<strong>excesso de peso</strong>).</p>
<p>Os dados são de um novo estudo do Instituto norueguês de Saúde Pública (NIPH).</p>
<p>A incidência de obesidade entre crianças e adolescentes aumentou em todo o mundo, mas os efeitos a longo prazo, tanto os impactos sobre a saúde bem como a <strong>taxa de mortalidade</strong>, estão insuficientemente documentados.</p>
<p>“Descobrimos que o aumento do grau de <strong>excesso de peso</strong> entre os adolescentes leva a um desenvolvimento desfavorável na taxa de mortalidade e com um vasto leque de causas para esse fim tão trágico” concluiu o Professor Tom Bjørge do Departamento de Saúde Pública e Cuidados de Saúde Primários, da Universidade de Bergen e investigador do Registo Médico de Nascimentos no NIPH.</p>
<p>As pessoas que tinham <strong>excesso de peso</strong> na sua adolescência, tanto homens como mulheres, tiveram uma maior <strong>taxa de mortalidade</strong>, derivado a um conjunto de problemas de saúde como: endócrino, doenças nutricionais/metabólicas, doenças cardiovasculares, cancro do cólon e doenças respiratórias. Foram registados também muitos casos de morte repentina neste grupo.</p>
<p>Durante 1963-75 o NIPH estudou 227.000 adolescentes noruegueses (tanto rapazes como raparigas) na faixa etária 14-19 anos, registando a altura e peso dos jovens. Durante o período de seguimento, em média 35 anos, quase 10 000 mortes foram registadas neste grupo. Para a obtenção dos resultados foram comparadas a <strong>taxa de mortalidade</strong> entre o grupo com um valor mais elevado de IMC (índice de massa corporal) ou seja com <strong>excesso de peso</strong> e  a <strong>taxa de mortalidade</strong> do grupo com um IMC normal no início do seguimento.</p>
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		<title>Diabetes faz baixar esperança média de vida na próxima década</title>
		<link>http://www.erhnam.com/noticias/diabetes-esperanca-vida-proxima-decada.html</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 09:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sucesso, Motivação e Desenvolvimento Pessoal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[esperança média de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[A diabetes, actualmente a quarta principal causa de morte na maioria dos países desenvolvidos, deverá conduzir, segundo previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), a uma redução da esperança média de vida já na próxima década, fenómeno que ocorrerá pela primeira vez em 200 anos. A situação resulta do facto da doença (diabetes) se manifestar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>diabetes</strong>, actualmente a quarta principal causa de morte na maioria dos países desenvolvidos, deverá conduzir, segundo previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), a uma redução da <strong>esperança média de vida</strong> já na próxima década, fenómeno que ocorrerá pela primeira vez em 200 anos.</p>
<p>A situação resulta do facto da doença (<strong>diabetes</strong>) se manifestar cada vez mais cedo, com os seus efeitos &#8211; morte por enfarte ou por AVC, nomeadamente – a ocorrerem em idades cada vez mais precoces reduzindo a <strong>esperança média de vida</strong>.</p>
<p>A explicação foi dada pelo coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da <strong>Diabetes</strong> e presidente da Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD), José Manuel Boavida, que recorda que «cerca de 30 por cento das pessoas que morrem por enfarte ou AVC desenvolveram estas patologias porque tinham <strong>diabetes</strong>».</p>
<p>Ainda de acordo com este especialista, prevê-se que os índices de mortalidade aumentem 25% nos próximos dez anos, com um drástico impacto na <strong>esperança média de vida</strong> das pessoas.</p>
<p>Em Portugal, futo da civilização, já que é potenciada pela vida sedentária e os excessos alimentares, a <strong>diabetes</strong> é uma doença crónica que atinge quase um milhão de pessoas em Portugal.</p>
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		<title>Distúrbios alimentares em adolescentes</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 09:07:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As refeições familiares podem ser uma das formas mais fáceis para evitar que adolescentes desenvolvam distúrbios alimentares e recorram a medidas extremas para controlar o próprio peso, segundo uma pesquisa da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, publicada na revista especializada Archives of Pediatrics &#38; Adolescent Medicine. Segundo o estudo, os distúrbios alimentares – que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As refeições familiares podem ser uma das formas mais fáceis para evitar que adolescentes desenvolvam <strong>distúrbios alimentares</strong> e recorram a medidas extremas para controlar o próprio peso, segundo uma pesquisa da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, publicada na revista especializada Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine.</p>
<p>Segundo o estudo, os <strong>distúrbios alimentares</strong> – que incluem comer desordenadamente e provocar o vómito para perder peso – tornam-se mais comuns na passagem da adolescência para a vida adulta, e as refeições familiares podem ajudar a evitá-los.</p>
<p>“Distúrbios alimentares estão associados a uma série de consequências comportamentais, físicas e psicológicas danosas, que incluem uma dieta de qualidade inferior, ganho de peso, obesidade, <a title="Depressão sintomas, causas e cura da doença" href="http://www.erhnam.com/artigos/depressao-tempo-crise-supere-doenca.html">sintomas de depressão</a> e os próprios distúrbios”, dizem os autores do artigo.</p>
<p>“Por isso, é importante identificar estratégias para evitar esses distúrbios alimentares.”</p>
<h3>Refeições frequentes</h3>
<p>A médica e nutricionista Dianne Neumark-Sztainer e sua equipe estudaram 2.516 adolescentes em 31 escolas do Estado de Minnesota.</p>
<p>As participantes completaram dois questionários &#8211; um na escola, em 1999, e outro pelo correio, em 2004 – respondendo perguntas sobre com que frequência tinham refeições familiares<strong>,</strong> o seu índice de massa corporal, relação com a família e distúrbios alimentares.</p>
<p>Entre as adolescentes, aquelas que compartilhavam pelo menos cinco refeições por semana com o resto da família em 1999 tinham tendência significativamente menor a reportar o uso de medidas extremas para controlar seu peso em 2004, independentemente de suas características sócio-demográficas, índice de massa corporal ou relação com a família.</p>
<p>Entre os meninos, no entanto, as refeições familiares não tinham influência sobre os distúrbios alimentares cinco anos depois. Os autores do estudo, no entanto, não conseguiram identificar o porquê da diferença.</p>
<p>“As refeições familiares podem oferecer mais benefícios às meninas porque elas podem ser mais sensíveis, e provavelmente mais influenciáveis, pelos relacionamentos familiares e inter-pessoais do que os adolescentes do sexo masculino”, dizem os autores.</p>
<p>Eles também acreditam que elas, provavelmente, estariam mais envolvidas na preparação dos alimentos, aprendendo a preparar uma refeição balanceada.</p>
<p>Os distúrbios alimentares, no entanto, são muito mais comuns entre mulheres do que homens, e com as conclusões deste e de outros estudos, os autores recomendam que as autoridades encontrem meios de promover as refeições familiares como forma de reduzir o impacto dos <strong>distúrbios alimentares</strong>.</p>
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